
O Irã lançou uma série de ataques coordenados com drones e mísseis balísticos contra cidades como Tel Aviv, Jerusalém e Haifa, numa operação denominada “Operação Verdadeira Promessa III”. Apesar de grande parte dos projéteis ter sido interceptada pelo sistema “Cúpula de Ferro”, ainda houve registro de pelo menos oito vítimas fatais, danos a prédios residenciais e interrupções no fornecimento elétrico.
Israel reagiu de forma contundente: bombardeou centros de inteligência, instalações nucleares e militares no Irã, e confirmou a morte do chefe do Estado-Maior iraniano Alí Shadmani. O primeiro-ministro Netanyahu afirmou que os alvos incluíam centros do Mossad, enquanto o ministro da Defesa israelense fez ameaças diretas ao comando iraniano. O confronto já acumulou mais de 240 mortos dos dois lados.
Em Teerã, o general Kiomars Heidari, das Forças Armadas iranianas, declarou que o Irã empregou “armas novas e avançadas” e alertou que novos ataques intensos estão iminentes. A medida de resposta incluiu mais de 150 mísseis e dezenas de drones, questionando a prontidão israelense e elevando ainda mais o nível do confronto.
A intensa troca de ataques gerou preocupação regional e internacional, com migração de civis, evacuações e temores de escalada maior no Oriente Médio. Enquanto isso, a comunidade global tem pedido contenção para evitar um conflito de proporções ainda mais graves.


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