
Os Estados Unidos anunciaram que participaram diretamente dos combates entre Israel e Irã ao lançar ataques aéreos contra instalações nucleares iranianas em Fordow, Natanz e Isfahan na madrugada de 22 de junho. Segundo o presidente Trump, os sites foram “completamente aniquilados” com o uso de bombardeiros B-2 e mísseis de cruzeiro Tomahawk.
A ação militar dos EUA, descrita como operação “Midnight Hammer”, representa uma mudança drástica em sua política, até então baseada em apoio indireto e diplomacia. Autoridades afirmam que a ofensiva danificou significativamente o programa nuclear iraniano sem emitir radioatividade — de acordo com a agência atômica internacional.
A resposta do Irã foi imediata: centenas de mísseis e drones foram lançados contra alvos em Israel, causando dezenas de vítimas, mesmo com alto índice de interceptação. Além disso, Teerã ameaçou fechar o Estreito de Hormuz e retomar negociações nucleares. Em retaliação, o governo iraniano convocou sessão de emergência na ONU e prometeu contra-ataques à marinha americana na região.
Reações globais vão de elogios por conter o nuclear iraniano — como de Israel, que parabenizou os EUA — até alertas de escalada perigosa, enviados por ONU, Rússia, China, Turquia, Índia, Reino Unido, França e países do Golfo, que temem impactos econômicos e conflitos mais amplos.
O cenário na região segue volátil, com presença intensificada de forças militares dos EUA, incluindo navios, bombardeiros e baterias de defesa THAAD, além de comunicações para evacuação de diplomatas. O conflito atingiu um novo patamar: não se trata mais de um confronto bilateral entre Israel e Irã, mas de uma guerra com múltiplos atores, pressões diplomáticas e risco real de se transformar em um conflito de escala global.


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